Livreiros em Paraty
Paraty é o segundo polo turístico do estado do Rio de Janeiro, depois da capital. O maior fluxo anual de visitantes ocorre durante a FLIP, quando a cidade recebe muitos livreiros— vários a negócios, com amostra de seus acervos. Leia mais
|
AELRJ elege nova diretoria
Ivan Costa, da livraria Belle Époque, é o novo presidente da Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro. A Chapa Quente!, liderada por ele, vai aproveitar o clima favorável da Rio Capital Mundial do Livro para celebrar, em 2026, o Verão do Livro. Leia mais
|
Best-sellers sem cor
Dez anos após o sucesso de Jardim Secreto, de Johanna Basford, Bobbie Goods, de Abbie Govea, recoloca os livros de colorir no topo das listas de mais vendidos. Mas a tendência não é exclusiva do mercado contemporâneo: livros de colorir também foram best-sellers na década de 1960. Leia mais
|
Mercado insano
A Convenção Nacional de Livrarias propôs práticas éticas para antecipar a Lei Cortez, em tramitação no Congresso Nacional, numa autorregulagem do mercado, diagnosticado como "doente" pelos participantes do evento. Leia mais
|
O Rio é livro
Um memorável espetáculo de teatro, música, dança e tecnologia celebrou a vocação carioca para as letras, dando início ao ano em que, escolhida pela UNESCO, a cidade será a primeira de língua portuguesa a reinar como Capital Mundial do Livro. Leia mais
|
O valor da capa
Da materialidade do couro às imagens geradas por inteligência artificial, as capas de livros deixaram de ser meras protetoras de páginas e transformaram as livrarias em galerias de arte onde se aprecia o trabalho de artistas do design e das artes plásticas. Leia mais
|
A festa vai começar
O Rio de Janeiro continua lendo é o slogan da campanha Rio Capital Mundial do Livro com a logo revelada em cerimônia no Real Gabinete Português de Leitura, com a presença do prefeito Eduardo Paes e da Ministra da Cultura Margareth Menezes. Leia mais
|
A saga dos quadrinhos
Eles conquistaram espaço como literatura; Maurício de Souza, da Turma da Mônica, é o terceiro autor mais lido no país. Das bancas de jornais migraram para as livrarias e a produção nacional ganhou destaque em formatos como o mangá, vindo do Japão. Leia mais
|
As livrarias do século XXI
“Sao uma festa”, foi a descrição usada em um encontro de livreiros em São Paulo. No Brasil, elas enfrentam novos desafios, como a concorrência desleal, que ganhou mais um player de ambições monopolistas para rivalizar com a Amazon: o site Mercado Livre. Leia mais
|
A cura na livraria
O conforto mental e espiritual proporcionado pelos livros ganhou reforço no pós-pandemia pelo gênero rotulado como ficção de cura, que traz histórias terapêuticas, muitas ambientadas em livrarias e frequentemente com gatos envolvidos na trama.Leia mais
|
A caça ao livro
Enquanto a liberdade de expressão no Ocidente, via internet, se expande de forma quase irrestrita, o livro - objeto cultural mais venerado e mais incinerado na história - continua perseguido. Leia mais
|
O cordel no mercado editorial
A literatura que surgiu no sertão virou disciplina obrigatória nas escolas da rede municipal carioca, adaptou- se ao formato livro e aos meios digitais, enquanto Rio e São Paulo rivalizam como capitais mais importantes para o gênero no Sudeste. Leia mais
|
|